segunda-feira, junho 25, 2007

glu-glu-glugle

Depois de ter estado na biblioteca, onde os colegas pesquisavam e utilizavam o google earth, JL teve comigo o seguinte diálogo:






JL - Você sabe ver aí onde é que é o meu quintal?




JA - O quintal é difícil... diz lá onde é que é a tua casa. Eu sei que é perto de B, mas tens de saber o nome do sítio onde moras.




JL - Eu logo pergunto ao meu pai.




JA - Mas só queres ver isso? Não queres saber outras coisas?




JL - Isso dá?




JA - Dá! Claro que dá! Já ouviste falar no Google? Olha aqui!




JL - Isso dá para saber coisas?




JA - Sim... Claro... O que queres saber?




JL - Pergunte lá aí, qual foi a piada que a professora Sónia contou no corredor?




JA - Espera... Isso o computador não consegue...




JL - "Má o meu é má avançado q'esse, né?"



2 comentários:

leonoreta disse...

aquele famoso miudo que joao dos santos dá a conhecer aos professores e nao so perguntaria "se não sabe porque pergunta"

isto é verdade.

o que havemos de perguntar se nao sabemos o que ha?

leonoreta

José António disse...

Leonoreta, perguntar é tão útil à comunicação, que as crianças perguntam mesmo sem saber o que há. Com os adultos a coisa tende mais para, de uma duas: ou o interesse pela comunicação já baixou, ou o medo do ridículo comeu a interrogação. Agradeço trazeres aqui João dos Santos.

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