terça-feira, maio 06, 2008

Ajuntamentos

Agora, por causa do que ninguém sabe ou do que alguém faz que não sabe, concluiu-se, sem hipótese de retorno a curto prazo, que uma escola sem reuniões aos molhos é como um político sem lata estanhada. Ideias do tempo. O tempo que desnecessariamente se gasta a conversar a propósito de irrelevâncias, daria concerteza para resolver, pelo menos, um problema por reunião. Eu bufo, mas até hoje não consegui amainar o espírito do ajuntamento por "dá cá aquela palha". Acontecem a propósito de tudo e para todos os desgostos, só não variam na duração: duram, duram, duram...
E, como se a cabeça e o tronco não bastassem para nos atazanar a moleirinha, têm "no rabo" aquele ponto mortífero: "outros assuntos"...


Não há indicadores nem estudos que suportem as minhas suspeitas, mas isso não me impede de suspeitar que o bom funcionamento de uma escola varia na proporção inversas do número de reuniões que os professores realizam ao longo do ano. Suspeitando, não devo andar longe da verdade.

4 comentários:

Raul Martins disse...

E duram, duram, duram...
E por vezes parecem apenas "ajuntamentos"...
Eu também suspeito e acredito que a verdade está mesmo ao virar da esquina.
Carpe diem!

Nilson Barcelli disse...

Será que os professores aprenderam a fazer reuniões?

Pelo que ouço, elas são muito pouco produtivas. Daí que talvez que se tenham de multiplicar até à exaustão...

Abraço.

Saltapocinhas disse...

tens toda a razão!

e,nelson, não se trata de ser incompetente, todas asreuniões são pouco produtivas, principalmente no caso dos professores que têm um trabalho bastante só e personalizado!

José António disse...

Ai...aos poetas tudo se desculpa. Imagina-te na barraca a estudares a etiqueta para papares decentemente ovas de esturjão.

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